CURSOS SIMULADOS

Os cursos totalmente simulados, que momentaneamente podem parecer mais convenientes para os instrutores e até mesmo para os donos de escola, podem se tornar um grande problema mais tarde.


Eles ‘restringem’ o aluno dentro daquilo que está programado e este perde a liberdade de experimentar alternativas diferentes ou testar novos recursos que o programa sobre o qual está estudando oferece, reduzindo assim as possibilidades de aprendizado.


Além disso, tais métodos apontam explicitamente o que o aluno deve fazer, isto é, indicam todos os passos que o mesmo deve dar dentro do sistema, anulando assim a necessidade de raciocínio e a curiosidade, reduzindo também o poder de memorização.


Colocado em um teste prático, o aluno tem muito mais dificuldade de repetir os procedimentos, uma vez que foi simplesmente conduzido em vez de ter tido a oportunidade de raciocinar e tomar decisões que levassem ao aprendizado evolutivo e duradouro. Sua assimilação fica reduzida pelo fato de que “foi lhe dado o peixe em vez de ensiná-lo a pescar”.


Por outro lado, os cursos realmente interativos, exigem uma participação muito maior do aluno nas atividades.


Agindo e reagindo às entradas que ele mesmo fornece, sendo estas certas ou erradas, o aluno consegue assimilar muito mais informações e isso gera um aprendizado muito mais qualitativo. Para saber muito mais e comparar, clique aqui...​​​​​​​​​​​​​​